quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

...and Oscar go to..

Até domingo a noite mil bolões de apostas serão computados e todos terão dado seus palpites sobre quem levará o Oscar 2011. Como não quero ficar de fora, resolvi fazer minhas apostas tbm. Então vamos lá:

MELHOR FILME:
- “A rede social”
- “O discurso do rei”
- “Cisne negro”
- “O vencedor”
- “A origem”
- “Toy Story 3”
- “Bravura indômita”
- “Minhas mães e meu pai”
- “127 horas”
- “Inverno da alma”

Minha Aposta: Estou dividido entre O discurso do rei e Cisne negro. Bravura indômita é bom, mas não vale tanto e a febre de A rede social, não consigo conceber como melhor filme.

MELHOR DIRETOR:
- David Fincher – “A rede social”
- Tom Hooper – “O discurso do rei”
- Darren Aronofsky – “Cisne negro”
- Joel e Ethan Coen – “Bravura indômita”
- David O. Russell – “O vencedor”

Minha Aposta: Tbm fico entre Tom Hoopper e Darren Aronofsky.

MELHOR ATOR:
- Jesse Eisenberg – “A rede social”
- Colin Firth – “O discurso do rei”
- James Franco – “127 horas”
- Jeff Bridges – “Bravura indômita”
- Javier Bardem – “Biutiful”

Minha Aposta: Colin Firth.

MELHOR ATRIZ:
- Annette Bening – “Minhas mães e meu pai”
- Natalie Portman – “Cisne negro”
- Nicole Kidman – “Rabbit hole”
- Michelle Williams – “Blue valentine”
- Jennifer Lawrence – “Inverno da alma”

Minha Aposta: Vai ser marmelada das grandes se o Oscar não for pra Natalie Portman e minha aposta não se vale de quase uma unanimidade de criticos, é porque a mulher é perfeita no filme. Até hoje tenho sonhos tenebrosos.

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
- Mark Ruffalo – “Minhas mães e meu pai”
- Geoffrey Rush – “O discurso do rei”
- Christian Bale – “O vencedor”
- Jeremy Renner – “Atração perigosa”
- John Hawkes – “Inverno da alma”

Minha Aposta: Então, estou em crise por não ter visto O vencedor, ainda. Falo isso porque, já ouvi inúmeros comentários sobre a muito boa atuação de alguns atores, inclusive o Chistian Bale. Como não vi, só posso falar do que vi, logo, Geoffrey Rush.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
- Helena Bonham Carter – “O discurso do rei”
- Melissa Leo – “O vencedor”
- Amy Adams – “O vencedor”
- Hailee Steinfeld – “Bravura indômita”
- Jacki Weaver – “Reino animal”

Minha Aposta: Essa é punk e vai ser um tiro no escuro. Bonham Carter é muito boa atriz, mas não vale o Oscar por esse filme. Hailee Steinfeld é otima tbm, tem uma energia, um vigor e uma segurança imprecionante em cena, mas vou ficar com Melissa Leo e sem vergonha de dizer que nesse palpite tenho forte influencias externas.


MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
- “Cisne negro”
- “Minhas mães e meu pai”
- “O vencedor”
- “A origem”
- “O discurso do rei”

Minha Aposta: Vou ficar com "A origem", não fosse ele ficaria com Cisne negro, mas a ideia de A origem é mais elaborada, mais bem trabalhada e mais complicada.

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
- “A rede social”
- “127 horas”
- “Bravura indômita”
- “Toy Story 3”
- “Inverno da alma”

Minha Aposta: Não sei, mas fico com "A rede social".

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO:
- “Como treinar o seu dragão”
- “O mágico”
- “Toy Story 3"

Minha Aposta: Não vi nenhum dos 3, mas tenho quase certeza que Toy Story 3, leva facil.

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
- “Alice no País das Maravilhas”
- “Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1"
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “Bravura indômita”

Minha Aposta: Estou em dúvidas entre Alice e O discurso de rei.


MELHOR FOTOGRAFIA
- “Cisne negro”
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “A rede social”
- “Bravura indômita”
Minha Aposta: Discordei do Ragazzo, qndo ele disse que Cisne negro tem uma boa fotografia. Quero me redimir e dizer que minha aposta é em Cisne negro. Embora que, acredito que A origem é forte candidato.

MELHOR FIGURINO
- “Alice no País das Maravilhas”
- “I am love”
- “O discurso do rei”
- “Bravura indômita”
- “The tempest”

Minha Aposta: Alice no País das Maravilhas.


MELHOR DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM)
- “Exit through the gift shop”
- “Gasland”
- “Inside job”
- “Restrepo”
- “Lixo extraordinário”

Minha Aposta: Embora não tenha visto ainda, minha aposta é no brazuca Lixo extraordinário.

MELHOR DOCUMENTÁRIO (CURTA-METRAGEM)
- “Killing in the name”
- “Poster girl”
- “Strangers no more”
- “Sun come up”
- “The warriors of Qiugang”

Minha Aposta: Sem apostas no escuro.

MELHOR EDIÇÃO
- “Cisne negro”
- “O vencedor”
- “O discurso do rei”
- “127 horas”
- “A rede social”

Minha Aposta:  Pra não ser incoerente, Cisne negro.

MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
- “Biutiful”(México)
- “Dogtooth” (Grécia)
- “In a better world” (Dinamarca)
- “Incendies” (Canadá)
- “Outside the law” (Argélia)

Minha Aposta: Nada a declarar.


MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
- “Como treinar seu dragão” -  John Powell
- “A origem” – Hans Zimmer
- “O discurso do rei” – Alexandre Desplat
- “127 horas” – A.R. Rahman
- “A rede social” – Trent Reznor e Atticus Ross

Minha Aposta: Nisso eu vou concordar com o Ragazzo, A rede social tem uma trilha muito boa.


MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
- “Coming home”, de “Country Strong”
- “I see the light”, de “Enrolados”
- “If I rise”, de “127 horas”
- “We belong together”, de “Toy Story 3?
Minha Aposta: Nada a declarar.


MELHOR CURTA-METRAGEM
- “The confession”
- “The crush”
- “God of love”
- “Na wewe”
- “Wish 143"

Minha Aposta: Idem

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
- “Day & night”
- “The gruffalo”
- “Let’s pollute”
- “The lost thing”
- “Madagascar, carnet de voyage”
Minha Aposta: Idem


MELHOR EDIÇÃO DE SOM
- “A origem”
- “Toy Story 3"
- “Tron: o legado”
- “Bravura indômita”
- “Incontrolável”


Minha Aposta: Não sei muito a respeito, mas aposto em A origem.


MELHOR MIXAGEM DE SOM
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “Salt”
- “A rede social”
- “Bravura indômita”
Minha Aposta:Nada a declarar

MELHORES EFEITOS VISUAIS
- “Alice no País das Maravilhas”
- Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1
- “Além da vida”
- “A origem”
- “O Homem de Ferro 2"
Minha Aposta:  Acredito em dois fortes candidatos, A Origem e O Homem de Ferro 2


sábado, 19 de fevereiro de 2011

E os doces da vovó?

O Ragazzo já havia me falado a respeito, só que não tive tempo de procurar nada a respeito. Contudo, próximo dia 11 de março estreia nos cinemas Chapeuzinho Vermelho (Red Riding Hood). Lembrei, porque dando uma olhada no blog de Muque de Peão, vi seu post sobre o filme. Segundo a sinopse, nada é como parece ser. Logo, o lobo-mau é um lobisomem e a chapeuzinho é uma bela mulher dividia entre dois homens. Qnto ao lobo-mau comer a vovó... bom, prefiro não comentar.

Esse Ti Ti Ti é um babado!

Assisti a primeira versão da novela Ti ti ti. Nada diferente do remake apresentado atualmente... quer dizer, tem uma diferença sim, o núcleo gay da novela. As rivalidades entre Ariclenes Almeida (Victor Valentin) e André Spina (Jacques Leclair) ficam para segundo plano, frente aos dramas amorosos do núcleo gay. Melhor, a novela já começou com um dramalhão dos grandes, entre o casal gay vivido por Julinho Santana (André Arteche) e Osmar Sampaio (Gustavo Leão). Agora o drama de sair do armário e se deparar apaixonado por outro cara (o Julinho) é vivido por Armando Babaioff, o Thales. Logo na primeira versão, acho que jamais teriamos o assunto abordado da forma como vem sendo colocado. Normal, os tempos eram outros. O próprio Jacques Leclair, que na epóca era vivido por Reginaldo Farias, dava muito menos pinta que o atual interpretado por Alexandre Borges e ainda faziam dele um galinha inveterado, tudo pra mascarar o assunto, afinal de contas, naquela epóca, estilista de moda era sinônimo de homossexual. Graças a God, os tempos são realmente outros e o assunto pode ser abordado de maneira mais clara e sem tantos esteriotipos. Confesso que não tenho muito tempo de sentar na cadeira e assistir a novela, sei apenas o que vejo nas chamadas da TV, no que sai nos blogs ou sites relacionados e no relatorio que é feito por minha mãe, fã da novela. Esse post, passa longe de fazer qualquer crítica a novela, pelo contrário, parabenizo a forma como Maria Adelaide Amaral coloca a questão gay em pelo horário das sete (quase oito). Existem alguns conceitos viajados, mas o texto é bom, crivel e tem sensibilidade. Qntos não já se depararam nos mesmos dilemas do Thales.
O preconceito é fruto da ignorancia e a novela vem fazendo seu papel, colocar que ninguem é pior por ser homoafetivo e que a promiscuidade que muitas vezes é associada aos gays, não é uma constante no meio.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

De volta ao aconchego

Gente! Como estou ausente do meu cantinho virtual. O que um doutorado não faz com a vida de uma pessoa. Recife e Olinda a dias que já ferve com as festas de Momo e só agora que minha ficha começa a cair.
Pois então, os proximos dias são de prévias. O Guaiamum Trelosos (dia 18), Enquanto isso na sala de justiça (dia 26), Baile dos Artistas (dia 18), Bal Masqué (dia 19) e Baile Municipal (dia 26), entre outras tantas prévias badaladíssimas e eu não sei pra onde migre nesse "acertando o passo". Confesso que as atrações do Enquanto isso desse ano não me causou nenhum tezao, e olhe que passo o ano inteiro importunando os amigos que "no proximo enquanto isso estaremos juntos de novo". Esse ano acho complicado de acontecer essa reunião de super-heróis. O Guaiamum já me apetece um pouco. Embora não morra de amores por Nando Reis, tenho visto muitos bons comentarios sobre seu novo trabalho O Bailão do Ruivão e confesso está curioso pra dar uma sacada. Ontem ao saber do dobradinha de Elba e Ivete em mesmo palco no Baile Municipal, já me bateu um pontada de curtir o municipal. Nos ultimos anos o Municipal, vem resgatando seu posto de abertura do carnaval do Recife e conquistando a gregos e troianos.
Enfim ainda não sei... mas acho que tenho um pouco de tempo... De uma coisa é certa, agente se esbarra por ai...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ela está quase entre nós.

Ela ainda não está no meio de nos, mas está mais do que confirmado que chegará em jatinho fretado às 22h desta quinta-feira (13) para um show no Centro de Convenções, após shows de Janelle Monáe e Mayer Hawthorne. Foram muitas as especulações de que Amy Winehouse não chegaria invicta ao show no Recife. As três vezes que a inglesa subiu ao palco no Brasil (uma em Florianópolis, duas no Rio) vieram seguidas por uma série de desaforos da plateia. O público se sentiu desprestigiado. Os relatos são de apresentações curtíssimas (às vezes com menos de uma hora de duração), de uma Amy que não cuprimentou seus fãs ao entrar, muito menos ao terminar o show, deixando o público ávido por uma saudação a ver navios.  Felizmente ou infelizmente não irei. Estou na comunidade daqueles que ficaram na dúvida de dar 200 pilas pra ver a Amy dá vexame e sair puto do Centro de Convenções de ter pago tanto pra nada. Nessa dúvida preferi cantar "vou não, quero não, posso não...". Faço votos, que os que não se importaram com a possível decepção tenham um show maravilhoso e que ela, mesmo trebada, faça 'O show'. Ainda a pouco tava navegando e vi que a banda já fazia os ajustes no som. Bom show galera e divirtam-se!

Charles Dickens

Sou viciado em livros, compro-os muitas veses por comprar. Chego na livraria e algum livro me chama a atenção, pronto, compro e nem penso muito. Na maioria das vezes, chego em casa e coloco ele em minha estante e espero que ele me peça para lê-lo. É isso mesmo, já iniciei inúmeros livros que na segunda página, fechei e só voltei a ler muito tempo depois, e ao terminar de ler o livro o mesmo se tornou o livro da minha vida e me perguntava "por que não li ele antes?".
Um certo livro me chamava muito a atenção e que certa feita, não resisti e, mesmo com o cartão de crédito com limite já por esgotar, comprei. Pra variar o livro ficou na minha estante esperando eu lê-lo até ontem. Isso porque por coincidência ou não, ao assistir o filme "Além da Vida" ontem a tarde vi insistentemente o nome do escritor Charles Dickens e o tal livro que esperava para eu lê-lo é justamente O Misterio de Edwin Drood do Charles Dickens, resalva, tradução, notas e posfácio de Hermínio C. Miranda da editora Lachântre, 2001.
O Charles Dickens escreveu esse obra há cerca de 130 anos. A inesperada morte do autor em 1870 impediu que ele concluísse a narrativa, sua primeira experiência com o que seria pouco depois o fecundo ramo da literatura policial. Agora pasmem, lá por meados de 1872 o espirito do Dickens localizou nos Estados Unidos um jovem mecânico de escassa instrução formal e passou a escrever com as mãos emprestadas do medium o restante da história. O livro ficou pronto em julho de 1873, desvendando, afinal, o tenebroso enigma do desaparecimento do jovem Drood (personagem da estória). O medium publicou o romance por sua propria conta, ali mesmo na obscura cidadezinha de Brattleboro, estado do Vermont. Não se sabe qual foi a tiragem. Imagina-se que seja algo entre 100 e 300 exemplares, se tanto. As sofisticadas rodas litérarias pelo mundo afora não tomaram conhecimento da obra, a não ser esparsamente - suficiente para rejeitá-la sem a menor cerimônia e com arrogância  de sempre, sob o argumento tido por irrespondivel, de que gente 'morta' não pode escrever porque a vida acaba em nada.
A revista Veja em 2002 colocou: "...é uma pena que, em sua primeira edição no Brasil, O Mistério de Edwin Drood (tradução de Hermínio Miranda; Lachâtre; 538 páginas) venha justamente nessa versão espírita. A editora acredita estar prestando um favor aos leitores. Em vez disso, ao levantar uma inútil discussão sobre a "autenticidade do texto psicografado", apenas desvia a atenção do que interessa – as páginas que o autor realmente escreveu e que estão entre as melhores de sua maturidade. Anote: Dickens foi até o capítulo 20 do livro. O resto é resto."
Não posso fazer qualquer julgamento sobre o livro, vou lê-lo e depois posto aqui algum comentário. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Além da vida

Acabo de chegar do cinema, fui assistir "Além da Vida" (Hereafter) do Clint Eastwood. Sai da sala de exibição meio fora de mim. Quem parecia ter tido uma experiência de quase morte tinha sido eu. Na verdade estava apenas emocionado e mexido com o filme. O Eastwood não é afeito a filmes de tese, ele sempre prefere contar uma boa história a fazer campanha e é mais ou menos o que ele pretende com esse filme. “Além da Vida” acompanha três personagens que, de formas distintas, estão ligados à morte. Em São Francisco, George Lonegan (Matt Damon, em excelente e sutil atuação) possui o dom de estabelecer contato com pessoas mortas, embora, observe o dom muito mais como uma maldição que o impede de levar uma vida normal. Questões filosóficas minhas, me fizeram crer que o Clint, embora não seja prosélito no filme, procurou passar a mensagem "dá de graça o que de graça recebeu". O segundo personagem é o garoto Marcus que sofre com a trágica morte do irmão gêmeo, Jason (George e Frankie McLaren se revezam nos dois papéis), e recorre a todo tipo de crença e tecnologia para entrar em contato com ele: videntes, centros espíritas, vídeos religiosos, microfones superpoderosos e até a observação de espelhos. E nesso ponto o Clint toca na questão do charlatanismo e de como pessoas se aproveitam da fragilidade de outras para ludibriar e fazer dinheiro facil com a dor alheia. A terceira personagem é a jornalista Marie Lelay (a ótima atriz belga Cécile De France) que vê sua vida mudar radicalmente após sobreviver ao tsunami de 2004, recriado por Eastwood em uma sequência de tirar o fôlego (“Além da Vida” foi pré-selecionado para o Oscar de efeitos visuais). Engolida pelas ondas gigantes, ela passa pela chamada "experiência de quase-morte" e, de volta para casa, se dedica a investigá-la. O Ragazo colocou que a estória da Marie seria apenas pra cumprir tabela, mas com a estória de Marie, Eastwood  retrata que quem acredita na vida após a morte se transforma em vítimas de isolamento e preconceito. A obsessão da jornalista pelo tema tira sua credibilidade e coloca em risco uma carreira em ascensão na TV francesa e um relacionamento amoroso, ainda que sua crença seja mais científica que religiosa. Qndo enfim Clint ver que já falou sobre tudo que poderia falar vem o encontro entre os três personagens principais que fica meio "forçada de barra" para os destinos se cruzarem e que tira parte da força de “Além da Vida”. O excesso de coincidência, porém, não diminui o prazer de acompanhar o modo detalhado com que Eastwood apresenta as histórias de George, Marcus e Marie, talvez a grande qualidade do filme. O filme fala mais sobre a vida que sobre a morte. Talvez uma boa conclusão sobre o filme é que da vida só se leva, a vida que se leva.